21 de outubro de 2017

Município de Satuba recebe o Projeto Coração de Estudante

A ação identifica precocemente doenças cardíacas em crianças

No mês da criança a caravana do Projeto Coração de Estudante desembarcou na última sexta-feira (20), no município de Satuba para auscultar os pequenos corações satubense e, identificar precocemente qualquer anormalidade no coração das crianças, em idade escolar entre 2 e 5 anos. O atendimento foi realizado na Escola de Educação Básica Josefa Silva Costa pelos profissionais do Hospital do Coração de Alagoas e Fundação Cordial, com a colaboração dos estudantes de medicina das instituições de ensino de Maceió.

O projeto Coração de Estudante é uma iniciativa do Hospital do Coração de Alagoas, Sociedade Beneficente de Alagoas – CORDIAL e da Liga Acadêmica Cardiovascular, que tem como objetivo identificar cardiopatias congênitas nas crianças atendidas, visando tratar precocemente algum problema identificado. Além das consultas, o projeto leva conhecimento com palestras sobre prevenção de acidentes domésticos e noções básicas de primeiros socorros aos pais e professores.

Os estudantes diagnosticados com alguma cardiopatia são encaminhados à Casa do Coraçãozinho, ambulatório da CORDIAL/ Hospital do Coração de Alagoas, onde terão todo acompanhamento necessário para restabelecer a saúde do seu coração.

“É uma satisfação imensa receber esse projeto aqui em Satuba, uma ação que leva saúde e cuida do coração dos nossos estudantes mirins, proporcionando atendimento médico, diagnóstico e tratamento completo, caso seja encontrado alguma alteração no coração dos pequenos”, ressaltou o prefeito Paulo Acioly.

Durante a ação foram atendidas cerca de 300 crianças das escolas, Jardim Aristeu Lopes, José Tenório, Irene Francisco, Hélio Borges, Cícera Ariana, Rubens Canuto, Oiticica, Primavera, Creche Borboleta e Casulo.

Cardiopatia congênita

É uma anomalia na formação do coração da criança ainda no útero, podendo ser diagnosticado do nascimento até os 05 anos de idade.

Quanto mais cedo for identificado há mais chances de ter uma recuperação com sucesso.

Segundo dados da Sociedade Brasileira de Cardiologia, 23 mil crianças nascem com enfermidades cardíacas e 80% precisam fazer algum tipo de cirurgia durante o desenvolvimento.

21 de outubro de 2017

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